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Confira as críticas e resenhas de O Preço do Amanhã

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Quando um excelente roteirista, como Andrew Niccol, se junta a um grande diretor, como Peter Weir, surge um filme original e impecável, no caso "O Show de Truman". Porém um roteiro orfão de uma boa direção não chega sequer a ser considerado um bom filme.

Este é o caso de "O Preço do Amanhã", longa que desperdiça um ótimo roteiro em função de o próprio roteirista, Andrew Niccol, assumir a direção.

Tudo começa com uma péssima apresentação dos personagens e segue desfilando terríveis atuações até mesmo de atores medianos que já tiveram melhores resultados em outros filmes, como o caso de Justin Timberlake em Alpha Dog. Além da escolha de uma estética obvia e banal.

Nem Vincent Kartheiser, que vem brilhando na série "Mad Man", consegue ter uma atuação digna. Somente Cillian Murphy, protagonista de Extermínio, consegue sair ileso. Na tentativa de fazer um thriller futurista e inteligente, o resultado foi um desastre Hollywoodiano.
10
Fernando Aranha

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Time is Money. Nunca na história do cinema essa lendária frase se encaixou tão bem quanto nesse novo filme estrelado por Justin Timberlake e Amanda Seyfried. ‘O Preço do Amanhã’ apresenta ao público um mundo futurístico onde todos param de envelhecer aos 25 anos e por isso o ‘tempo’ é a grande moeda do planeta. A explicação é meio absurda assim mesmo. Agora, imaginem as loucuras criadas por essa ficção. No mínimo curioso, você deve estar.

Na trama, um jovem fica milionário (de acordo com o contexto) após ajudar um rapaz a fugir de ladrões. Descobre aos poucos um novo mundo, onde tudo é ‘comprável’ (temporalmente falando). Após ser envolvido em um assassinato, seqüestra uma jovem filha de um banqueiro e juntos começam a nutrir um amor que acaba virando uma parceria, com direito a muitas perseguições e roubos de bancos.

O longa dirigido, escrito e produzido pelo Neo Zelandês Andrew Niccol (que escreveu o roteiro do sensacional ‘Show de Truman’) apresenta muitos paradoxos interessantes. Os dois que deixam mais perplexos o público: A aparente e mentirosa juventude das famílias (que chega a ao seu clímax ao vermos a belíssima atriz Olivia Wilde como mamãe de um marmanjo de 28 anos... é quase um apocalipse pensar tal cenário) e o senso de justiça que foge dos padrões tradicionais, pois quem tem que ser protegido nas são as pessoas e sim: o Tempo!

O “Capitalismo Darwiano” começa a tomar conta da tela. O roteiro nos força a confrontar essas idéias de caos econômico/temporal. O personagem do banqueiro, interpretado pelo ator americano Vincent Kartheiser, é a grande referência nesse momento da história.

Há certas dúvidas sobre o passado familiar do personagem principal, Will Salas, que não são desvendados durante o decorrer da fita. Deixar o espectador com água na boca e não contar um pouco da história do pai do protagonista é algo que beira ao lamentável.

Aos poucos a história vai se perdendo e o longa começa a tomar forma de um “Robin Hood futurístico”. Cilian Murphy faz o policial Raymond Leon, uma espécie de guardião do tempo. Mais uma vez, rouba a cena dos protagonistas, conseguindo ser o mais eficiente do elenco. Talento não falta ao artista irlandês.

Com figurinos sem cores, trajes bastante interessantes (que deixaria os especialistas em moda muito contentes), carros com Insulfilm (mais precisamente Opalas incrementados, com sirenes nos faróis) o longa promete lotar as salas de cinema pelos curiosos de plantão.

Mesmo com alguns aspectos negativos, recomendo!
7
Raphael Camacho

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